Cumbe - Edição Ampliada
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Cumbe - Edição Ampliada

Sku: 5CDF590E9B839

Categoria: VENETAHQs

Código de Barras: 9788595710207

ISBN: 9788595710207

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Descrição do Produto

Detalhes da edição

altura : 1,50 cm 

largura : 17,00 cm 

comprimento : 26,00 cm 

peso : 0,508 g

paginas : 164 

Informações do Produto

Em Cumbe, Marcelo D’Salete retrata de forma inovadora a luta dos negros no Brasil colonial contra a escravidão. O livro traz histórias em quadrinhos emocionantes, protagonizadas por escravizados, mostrando a resistência contra a violência das senzalas brasileiras. Cumbe, a palavra banto que dá nome à obra, é rica em sentidos: é o Sol, o dia, a luz, o fogo e a maneira de compreender a vida e o mundo. Também é um sinônimo de quilombo.

Esta segunda edição traz novo posfácio do autor e desenhos inéditos.

 

 

Indicado ao prêmio Rudolph Dirks na categoria melhor roteirista latino-americano.

Primeiro lugar na lista das 11 HQ’s com protagonismo negro, da InaLivros. “Uma obra forte, com grande viés dramático e grande valorização do aspecto gráfico”

 

“SURPREENDENTE LIVRO QUE CONTA A HISTÓRIA DA ESCRAVIDÃO NO BRASIL PELOS OLHOS DOS OPRIMIDOS (…) A BELA E CORAJOSA JORNADA DE D’SALETE REVELA QUE SE A EXPRESSÃO ARTÍSTICA NÃO PODE MUDAR O PASSADO, MAS PODE TRANSMITIR ISSO COM UMA LUZ MAIS ACURADA, MAIS FÉRTIL”  (THE HUFFINGTON POST – EUA)

 

“Run For It é certamente um dos mais belos quadrinhos do ano, mas não é apenas uma maravilha de se ver: D’Salete usa suas imagens poderosas para sensibilizar e informar o leitor. É um feito incrível em forma de história em quadrinhos” – Shea Hennum ( A. V. Club – Estados Unidos)

 

“Ainda que Cumbe tenha raízes em fatos reais, seus desenhos e seu realismo mágico provocam vividamente a imaginação poética” (Hyperallergic – EUA)

 

“Há silêncio e movimento em Cumbe, de lágrimas e de beijos. É uma história em quadrinhos magnífica” – Eric Libiot (L’Express – França)

 

“A obra já nasceu como um clássico obrigatório dos quadrinhos nacionais, cheia de dor, revolta, complexidade e beleza poética.” – Paulo H. Cecconi (Universo HQ)

 

Marcello D’Salete fala de Cumbe nesta entrevista a Ramon Vitral, do Vitralizado

 

“Cumbe traz novas compreensões do período da escravidão e nos ajuda a entender esse sistema de dominação e tensões sociais que repercute até hoje.” – Paulo Floro (O Grito)

 

“Marcelo D’Salete, um dos principais nomes dos quadrinhos contemporâneos, é um desses artistas que, com trabalhos emocionantes, resgata a trajetória do Brasil e joga luz em questões urgentes, como a da desigualdade racial.” – Kaluan Bernardo (Free the Essence)

 

“Poesia que se materializa mais em forma de traços, símbolos e metáforas do que propriamente em textos. Cumbe é uma HQ silenciosa que tem como plano de fundo a solidão.” – Carolina Ito (Outras Palavras)

 

“Em Cumbe, Marcelo D’Salete procura revelar as faces daqueles que resistiram ao sistema escravocrata, mas foram “esquecidos” pela história que nos é contada por aí” – Nelson Silva (Nerd Geek Feelings)

 

“Mesmo que o passado seja amargo, a obra lançada pela Editora Veneta é de uma triste beleza e merece ser lida tanto quanto registro histórico  como belo objeto de arte” – Thiago Augusto Corrêa (Vortex Cultural)

 

“Consegue conferir poesia ao que inicialmente é apenas triste. Consegue colocar beleza onde só existe sofrimento” – Isabela Lapa (Universo dos Leitores)

 

“Marcelo D’Salete, mais uma vez nos apresenta muito mais que um quadrinho, nos apresenta sentimentos de uma das mais tristes e injustas épocas da história não só do Brasil, mas do mundo” – Léo Gois (Mundo Hype)

 

“É um quadrinho nacional que merece estar nas escolas públicas por toda a sua pesquisa histórica que dá conscientização da importância da luta dos negros contra todas as mazelas da sociedade. A obra também mostra que quadrinho é sim literatura e que pode ensinar tão bem quanto qualquer outra mídia. É um grande feito do autor Marcelo D’Salete. Uma das melhores obras nacionais que já li” – (Comic Review)

 

“Professor, ilustrador e talvez o mais sagaz e criativo autor negro de histórias em quadrinhos do país, Marcelo D´Salete, um dos ilustres filhos do Colégio Carlos de Campos, autor de obras como Noite Luz (2008) e Encruzilhada (2011), volta a espalhar seu traço poético e prosa fina a serviço do resgate histórico da trajetória do negro no Brasil.” – Matheus Gato de Jesus e Filipe Araújo (O Menelick)

 

“’Na literatura brasileira, mesmo sobre escravidão, protagonistas são brancos’, diz autor de HQ sobre resistência negra” – Amarílis Borges (Opera Mundi)

 

“HQ Cumbe, de Marcelo D’Salete, será lançada em Paris” – (Heróis no Papel)

 

“No que diz respeito à fabricação da banda desenhada, a surpresa de Cumbe está na sua tranquilidade. Apesar de tudo, com um ‘tema’ mais contundente e politicamente anguloso, a intensidade emocional é profunda, mas expressa de modos indirectos” – Pedro Moura (LerBD – Portugal)

 

“ Um dos autores mais singulares da América do Sul, pela representação que tem feito, em vinhetas e pranchas, dos excluídos da democracia brasileira” – José Marmeleira (Público – Portugal)

 

“Graphic Novel Gives Voice To Brazil’s Black Slaves” – Alyssa Klein (Okayafrica – Estados Unidos)

 

“BD de Marcelo D’Salete sobre escravidão no Brasil chega a Portugal no fim do mês” (RTP – Portugal)

 

“A riqueza de informações, mesmo as não explícitas, são prato cheio para o professor de ensino médio que quiser fazer uso do quadrinho como instrumento paradidático” – Savio Queiroz (Plano Infalível)

 

“Provavelmente tudo o que você aprendeu na escola sobre a escravidão no Brasil está errado (ou incompleto, ou tendenciosamente mal-contado). É nessa lacuna que o aclamado ‘Cumbe’, de Marcelo D’Salete, poeticamente se encaixa” – Cleiton Campos (Trip)

 

“A história é um elogio da afirmação racial, conduzida pela arte magistral do artista, mestre em História da Arte pela USP e também autor de Encruzilhada.” – Jotabê Medeiros (O Estado de S. Paulo)

 

“Cumbe, de Marcelo D’Salete, também está muito bem nas listas. Ficou entre os cinco melhores da lista do Globo, entre os três da revista O Grito e está em segundo no Estado de S. Paulo. É importante dizer que tanto a lista do Globo quanto a do Grito consideram também os quadrinhos estrangeiros.” – (Conexão Comix)

 

“Poderoso retorno a um episódio sombrio na história do Brasil.”  – Anne-Claire Norot (Les Inrockuptibles – França)

 

“Um notável e elogiado trabalho de D’Salete sobre o período escravagista no Brasil do séc. XVII.” – André Mateus (A Calopsia – Portugal)

 

“Na verdade, Marcelo d’Salete permite-se aventuras oníricas, nas quais a esperança é um lugar. Mas esses elementos são como pausas, antes de fazer o leitor mergulhar nas realidades implacáveis” – David Taugis (Actua BD – França)

 

“HQs contestam a visão de que os negros foram subservientes a desigualdade” – Alexandre de Paula (Correio Braziliense)

 

“Quadrinhos de resistência” (Diário do Nordeste)

 

“O sonho de ser dono de si é materializado em diferentes histórias de relacionamento, protagonizadas pelos escravos. Do contato amoroso ao fraternal, do convívio coletivo à motivação individual.” – Paulo Ramos (Folha de S. Paulo)

 

“Uma nova maneira de investigar e compreender a história da escravidão no Brasil através da linguagem expressiva dos quadrinhos.” – Elena Paparelli (Voci Globali – Itália)

 

“O autor deixa de lado as narrativas dos grandes vultos (gente como Zumbi, Domingos Jorge-Velho, Chica da Silva, Chico Rei e outros) para contar como a violência da escravidão do Brasil colonial afetava a negras e negros anônimos. Como sobreviviam (e a que sobreviviam), como resistiam” – (Melhores do Mundo)

 

“O estilo do desenho (com muita tinta preta borrada) e a “secura” da falta de diálogos dão a ambientação perfeita de uma sociedade aparentemente calma, mas totalmente imbuída em violência. Com sensibilidade incrível, D’Salete botou o dedo numa ferida que os defensores da ‘democracia racial’ querem apagar, esquecer, deixar pra lá… Ele faz refletirmos sobre como era terrível o que foi feito com o povo negro, ainda mais com as poucas perspectivas que havia para uma vida menos desigual, mas exalta um fator que muitas vezes passa batido nos livros de história: o inconformismo e a revolta sempre presentes na mente e nas atitudes dos então escravizados. Cumbe fez o que poucos filmes e livros ousaram no Brasil.” – Alberto Suzano (Mercy Zidane)

 

“O livro de D’Salete é certamente um modo interessante de enfrentar o problema do racismo” – Gianluigi Filippelli (Lo Spazio Bianco – Itália)

 

“Em Cumbe ele vai na raiz desse problema e relata histórias que se passam no período da escravidão mas, ao contrário do que os livros nos ensinam, o quadrinho é feito de histórias de resistência dos escravos negros.” – Tiago Amorim (Geekeria)

 

“O professor, pesquisador e quadrinhista Marcelo D´Salete vem se destacando com suas histórias que envolvem periferias de grandes cidades e resistência a escravidão no período colonial. Seus quadrinhos são frutos de muita pesquisa histórica.” – Marcelo Engster (Quadrinholatra)

 

“Escravos versus escravidão. Neste cultuado quadrinho de Marcelo d’Salete, quatro histórias abordam escravos resistindo contra o colonialismo no Brasil.” – Caio Delcolli (Huffpost Brasil)

 

“Nos afasta da visão fria que análises gerais sobre o tema costumam ter e nos transporta para histórias íntimas, em que muitas vezes é mais importante viver do que estar vivo. Obras assim são a reafirmação da necessidade da História como ferramenta social.” – Bruno Passos (Papo de Homem)

 

“Devorei o conteúdo em um dia. De quadrinho em quadrinho ia ficando tenso e curioso ao mesmo tempo. Cumbe merece destaque tanto por divertir como informar sobre o tema escravidão no Brasil de forma diferente. Personagens negros protagonistas, não só da trama, como da história e também no sentido de sua personificação… um personagem sujeito, não apenas objeto…” – Filipe Harpo (Película Negra)

 

“Em CUMBE, o calor, o mar e o céu ganham vida com o pincel seco do artista. Através de um uso estudado de iluminação, D’Salete direciona a leitura e cria um ambiente que reflete o contexto emocional da história. Os rostos de seus protagonistas, às vezes completamente perdidos na escuridão da sombra e na mancha, fortalecem um ar de introspecção e suspense. As sequências de ação são longas, aprofundando o impacto emocional e apresentando o leitor várias perspectivas simultâneas.” – Juan Navarrete (Paracarina del Sur – México)

 

“Com muita sensibilidade e boas sacadas, o autor não se detém em apenas apontar dedos, mas consegue passar a dor e a revolta dos negros que viveram nesse período e a mostrar a dívida histórica que ficou desde a escravidão.” – Kaluan Bernardo (Free the Essence)

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